A ResiGo existe porque formar em saúde é uma operação
Quem forma profissionais de saúde trabalha com gente em serviço. Residente, interno, estagiário ou fellow não fica numa sala fixa: passa por setor, turno, preceptor e unidade. A instituição precisa responder, com registro, quem deveria estar onde, se esteve, o que foi avaliado e o que precisa ser documentado — para a coordenação, para a secretaria e, muitas vezes, para o MEC, a COREME, a COREMU ou a mantenedora.
Esse trabalho ainda vive em planilha, grupo de mensagem e arquivo solto. O nome do programa muda. A operação, não. Presença, escala, vínculo, documento e relatório aparecem na residência médica, na residência multiprofissional, no internato, no estágio supervisionado, no fellowship, no hospital escola e na clínica que recebe estudante.
A ResiGo nasceu nesse intervalo. A residência mostrou o problema com mais força — volume, preceptoria, relatório mensal, cobrança de frequência — mas o mesmo desenho serve a qualquer instituição que conduz um programa de formação em serviço na saúde. O sistema não pergunta se o vínculo se chama residência. Ele pergunta qual é o programa, quem está nele, onde a presença vale e o que a secretaria precisa fechar.
O que esses programas têm em comum
A ResiGo não cria um produto diferente para cada nome de programa. Ela guarda a mesma operação, com a regra do vínculo que a instituição definir.
- Quem está vinculado ao programa, ativo ou já concluído
- Onde a presença pode ser registrada, com geolocalização
- Qual preceptor, professor ou tutor supervisiona
- Quais documentos aquele tipo de vínculo exige
- O que a secretaria precisa relatar no fim do período